facebook

 

Na década de 70 nos Estados Unidos da América, Jay Conrad Levinson criou um novo conceito de marketing: o Guerrilla Marketing.
Concebido na altura da Guerra do Vietname, na qual surgiram as guerrilhas, o conceito de Marketing de Guerrilha define as estratégias inusitadas e invulgares de divulgação da marca que, apesar do seu “poder de fogo” ser inferior ao da concorrência, consegue sobressair e causar mazelas nas marcas “inimigas”. Este foi, pelo menos, o conceito inicial: a aplicação de estratégias a baixo custo, sustentáveis para marcas pequenas, com o objetivo de sobreviver num mercado cada vez mais competitivo, no qual as grandes marcas sufocam as tentativas de comunicação de marcas mais pequenas. Atualmente verifica-se um aumento da utilização do Marketing de Guerrilha pelas grandes marcas, que apostam nestas estratégias como forma de captar a atenção dos consumidores saturados de publicidade e gerar reações virais a nível online. É o caso da Coca-Cola, que frequentemente é comentada pelas grandes ações de Marketing de Guerrilha que protagoniza, veja este exemplo:

Ou então a Sprite, que invadiu uma praia no Brasil:

Estas estratégias são desenvolvidas de forma tão criativa, original e inusitada que faz com que seja impossível ao consumidor ignorar a publicidade que lhe invade o seu espaço e, muitas vezes, o transforma. O Marketing de Guerrilha tem esta particularidade, aproveita o espaço frequentado pelo público-alvo da marca e manobra-o de forma a atingir o objetivo pretendido. Vejamos alguns exemplos:

O Marketing de Guerrilha gera não só impacto momentâneo mas causa um poder de memorização enorme nos consumidores e, quando bem realizado, transforma-se em campanha de marketing viral, exponenciando o dinheiro investido – que pode ter sido até muito pouco, quando comparado com os meios tradicionais – a um nível estrondoso e conseguindo até, em alguns casos, cobertura pelos meios de massa a custo adicional zero.

 

 

 

Muito mais haveria para esmiuçar sobre o Marketing de Guerrilha, um tema muito interessante e apaixonante, que permite aos criativos de publicidade dar asas à imaginação e colocar em prática quase tudo o que as suas mentes conseguirem conspirar e daí acontecerem as estratégias mais criativas e emocionantes que se vêm no mundo da Comunicação, mas assim o artigo seria infinito. Para quem tenha interesse em saber mais sobre o assunto, aconselhamos o livro “Guerrilla Marketing” de Jay Conrad Levinson, o pai do Marketing de Guerrilha e um livro obrigatório para qualquer profissional da publicidade.

Privacy Settings
We use cookies to enhance your experience while using our website. If you are using our Services via a browser you can restrict, block or remove cookies through your web browser settings. We also use content and scripts from third parties that may use tracking technologies. You can selectively provide your consent below to allow such third party embeds. For complete information about the cookies we use, data we collect and how we process them, please check our Privacy Policy
Youtube
Consent to display content from Youtube
Vimeo
Consent to display content from Vimeo
Google Maps
Consent to display content from Google
Spotify
Consent to display content from Spotify
Sound Cloud
Consent to display content from Sound